EXISTE VIDA...

Depois desta VIDA?

Vamos juntos pensar essa TÃO IMPORTANTE questão?

VEJAMOS

Nos meados do século XVIII fatos espirituais estranhos começaram a acontecer em várias

partes da Terra.

Diante disso, o eminente cientista inglês Sir William Crookes, descobridor, d’entre outras, do tálio, membro da Real Academia de Ciências de Londres, foi solicitado a pesquisá-los, no intuito

de desmascarar o que acreditavam ser

mistificações ou truques.

Ao final de quatro anos dessas pesquisas, para a "Academia" reunida em grande expectativa, Crookes proclamou a autenticidade de tais fatos, dizendo: “Não digo que isso seja possível; afirmo que

isso é uma verdade”.

Sir William Crookes

Desde essa época, cientistas e estudiosos das mais diversas partes da Terra, vêm se dedicando a pesquisar esse universo de fenômenos e situações relacionados ao espírito.

Mas, sobre isso falaremos em outro momento.

Por agora, peço ao caro leitor para limpar a
mente de quaisquer idéias preconcebidas, a fim de que esta leitura seja feita com absoluta isenção de ânimo, sem qualquer tipo de preconceito, mesmo porque qualquer discussão filosófica ou científica jamais será autêntica se fluir sobre idéias ou conceitos preestabelecidos.

Para MELHOR ESCLARECER, peço licença

para falar algo sobre a minha experiência religiosa.

 

Meu pai, Paavo Nousiainen, era pastor da Igreja

Adventista do Sétimo Dia, na Finlândia, onde nasci, e durante minha infância e adolescência (já no Brasil) tentava entender aqueles conceitos que me apresentavam um Deus por vezes injusto e cruel,

quase sempre irado e nem sempre sabendo o que fazer.

E me perguntava:

Por que há tantas e tão danosas diferenças

entre as pessoas: temperamento, caráter, graus

de inteligência, sofrimentos e bem-estar,

oportunidades, etc.?

Se, conforme a Bíblia, Deus é sábio, Todo-Poderoso,

justo e bom, por que faz uns nascerem com boa índole, sentimentos de religiosidade, conduta firmada na ética

e outros valores, candidatos naturais ao Céu, e outros com má índole, desonestos, agressivos, perversos... perfeitos candidatos ao inferno?

E quanto aos “escolhidos”?

Como Deus poderia ser tão parcial a ponto de escolher dentre seus filhos, uns para o bem e a felicidade e outros para o mal e o sofrimento eterno?

Da mesma forma, como pudera escolher o povo israelita para ser o Seu povo, com direito a destruir todos que estivessem em seu caminho, por mais inocentes, puros e dignos que fossem?

Como aceitar que Deus iria criar seres imperfeitos, com tendências negativas, para depois atirá-los a sofrimentos eternos; arrancar dos braços das mães seus filhos pecadores para lançá-los no inferno?
Como essas mães iriam sentir-se no céu, sabendo que aqueles a quem mais amam estão nos mais tenebrosos sofrimentos, sem direito sequer a uma nova chance... e tudo isso pela eternidade afora?

Tudo isso me parecia uma monstruosidade que

jamais poderia ser praticada por um ser superior

e acabei descrendo da minha religião.

Mas, felizmente, tais questionamentos não me fizeram descrer de Deus, porque O percebia na grandiosidade do universo, sentia-O na imensidão dos oceanos, na figura assustadora das cordilheiras geladas, assim como nas coisas mais singelas, tais como o ordenado labor das formigas...

Só me faltava uma explicação plausível sobre todos esses mecanismos

da Vida e, quando as obtive, minha razão pode juntar-se ao conhecimento, abrindo-se à plenitude da fé, de uma fé sem perplexidades ante quaisquer incoerências que encontrasse.

 

 

 

Assim aconteceu comigo.

(Saara Nousiainen)

MAS, INFELIZMENTE...

Inúmeras pessoas
abandonam suas religiões 
devido aos entrechoques da fé 
com a razão.

Se a religião diz que alguém sofre

porque essa é a vontade de Deus... A razão

informa que Deus, sendo justo, jamais poderia

agir dessa forma, pois nem mesmo um pai terreno,

com todas as suas inferioridades, apontaria o dedo

para um de seus filhos e ordenaria:

“Esse aí deve sofrer”.

Como, então, conciliar
FÉ COM RAZÃO?
Como, então, conciliar
FÉ COM RAZÃO?
Essa conciliação começou a acontecer nos meados do século XIX, quando, nos
mais diversos pontos da Terra os espíritos passaram a se manifestar, informando que
chegara a hora de novos conhecimentos
serem trazidos à humanidade.
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